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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

As vantagens das Tecnologias de Virtualização

As vantagens

A aposta nas soluções de Virtualização deriva da necessidade dos gestores de Tecnologias de Informação em dar resposta eficaz ao aumento e à diversificação dos ambientes computacionais dentro das organizações. Além disso, a adequada gestão do custo total de propriedade é cada vez mais relevante, bem como a capacidade de solucionar as crescentes dificuldades de manutenção e de gestão desses mesmos ambientes.

A Virtualização de infra-estruturas proporciona abstração entre os diferentes meios de computação como processamento, armazenamento de dados, rede e software. Ao implementar esse conceito, são eliminadas todas as restrições físicas e todos os meios ficam acessíveis como “agrupamentos lógicos”, que podem ser utilizados em qualquer hora e local. Além de muitas outras vantagens, as soluções de Virtualização garantem maior capacidade de adaptação às constantes mudanças dos ambientes empresariais, mais eficiência e flexibilidade aos recursos de TI e redução dos custos associados.

As vantagens das Tecnologias de Virtualização


As vantagens

A aposta nas soluções de Virtualização deriva da necessidade dos gestores de Tecnologias de Informação em dar resposta eficaz ao aumento e à diversificação dos ambientes computacionais dentro das organizações. Além disso, a adequada gestão do custo total de propriedade é cada vez mais relevante, bem como a capacidade de solucionar as crescentes dificuldades de manutenção e de gestão desses mesmos ambientes.

A Virtualização de infra-estruturas proporciona abstração entre os diferentes meios de computação como processamento, armazenamento de dados, rede e software. Ao implementar esse conceito, são eliminadas todas as restrições físicas e todos os meios ficam acessíveis como “agrupamentos lógicos”, que podem ser utilizados em qualquer hora e local. Além de muitas outras vantagens, as soluções de Virtualização garantem maior capacidade de adaptação às constantes mudanças dos ambientes empresariais, mais eficiência e flexibilidade aos recursos de TI e redução dos custos associados.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Virtualização: Construir um Lab de máquinas virtuais para TI

Você tem uma demanda de testes de hardware para suporte de novos projetos e atualizações? Um laboratório de testes virtual poderia vir a calhar.

Todo mundo fala sobre a virtualização para data centers, mas que sobre a virtualização de laboratórios de TI e ambientes de desenvolvimento? A virtualização oferece um grau significativo de economia, flexibilidade, eficiência e custo. Também reduz o atrito entre os profissionais de TI e líderes de unidade de negócios quando o assunto é financiamento adicional para laboratório dedicado e infra-estrutura de desenvolvimento.

Anteriormente, a equipe de TI tinha apenas um par de opções para lidar com essas tarefas. Eles poderiam usar seus desktops ou laptops próprio trabalho, ou alocar dinheiro do orçamento para comprar hardware para suportar seus testes e necessidades de desenvolvimento. Ambos os métodos são ineficientes em termos de utilização do orçamento e do tempo.

 

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Virtualização para facilitar o gerenciamento

O atual desafio enfrentado pela indústria de tecnologia da informação (TI) é o de continuar produzindo sistemas menores, mais leves e mais rápidos e, ao mesmo tempo, encontrar melhores meios de gerenciar as complexidades das tecnologias computacionais. A indústria direciona um grande esforço à segurança e ao gerenciamento de informações e de dispositivos para a produção de sistemas mais flexíveis, de modo a torná-los disponíveis aos usuários a qualquer tempo, em qualquer lugar. O conceito de Virtualização de plataforma abre espaço para futuros dispositivos poderosos, autônomos e confiáveis.

 

A Virtualização de plataformas pode ser definida como a criação de um sistema computacional logicamente segmentado, que funciona em uma base real. As plataformas virtuais são vistas pelo usuário e funcionam como se fossem computadores físicos. Uma vez que são abstratas e divididas, a partir de bases ocultas e delas mesmas, as plataformas virtuais são facilmente transportáveis e robustas para simplificar a complexidade e, dessa forma, aumentam a segurança.

 

A Virtualização é uma forma de criar sistemas menos complexos, que dividem os subconjuntos de sistemas em dispositivos mais gerenciáveis. Além disso, essa medida pode proporcionar mais segurança ao sistema, à rede e aos aplicativos, pois isola subsistemas potencialmente vulneráveis de sistemas subjacentes e de outras plataformas virtuais.

 

O conceito de Virtualização inclui todas as camadas da plataforma – desde aplicativos e sistemas operacionais a componentes, processadores e interconexões da plataforma. Porém, vamos nos ater aos dispositivos de armazenamento e aos servidores, pois é nesse ambiente em que o mercado de Virtualização atua.

 

Conceito de Storage

Todas as empresas precisam armazenar informações e para isso utilizam um dispositivo ou um suporte que pode retê-lo durante tempo prolongado, para ser recuperado no momento necessário. Esse dispositivo é chamado de storage.

 

O armazenamento em rede permite a conectividade entre quaisquer servidores e dispositivos de armazenamento, e também aumenta a capacidade das organizações no sentido de migrar seus dados. O armazenamento em rede pode diminuir os custos do processamento de informações, com o aumento do compartilhamento de dispositivos e de capacidade, assim como por meio de comunicações mais eficientes.

 

Dessa forma, é criado o ambiente para a verdadeira computação global – a capacidade de processar as mesmas informações em qualquer momento, a partir de qualquer central de dados no mundo, com os dados e a execução de aplicativos primários migrando para locais ideais, conforme a necessidade.

 

As configurações mais comuns são as já mencionadas redes SAN, dedicadas de armazenamento, tipicamente construídas em torno de tecnologia de fiber channel, que conectam os dispositivos de storage a um conjunto heterogêneo de servidores, sobre uma base múltipla. Uma configuração SAN abriga, além de subsistemas de disco, switches, hubs e bridges.

 

Já as redes NAS (Networked Attached Storage) configuram-se com um local de armazenamento, em que os dados são transferidos usando protocolos como TCP/IP. Uma NAS une os servidores aos subsistemas de storage. Com ela, os sistemas de arquivos, em lugar dos volumes de informação sem processar (raw), estão disponíveis na rede. O administrador de arquivos (file system) maneja e administra a colocação real dos dados.

 

A maior utilização: STORAGE

A Virtualização do armazenamento é o processo de consolidar vários dispositivos físicos de diversos fabricantes e reorganizá-los em agrupamentos virtuais e lógicos, ou em unidades de armazenamento. Essas unidades são apresentadas ao sistema operacional para utilização pelos aplicativos e usuários finais adequados.

 

Apesar do recente aumento de interesse, a Virtualização do armazenamento não é novidade, tanto no conceito quanto na prática. Definida há quase 20 anos na computação em mainframes, a tecnologia está descobrindo uma nova oportunidade e importância com a emergência das redes SANs (Storage Area Networks).

 

Com toda a empolgação em torno da virtualização da SAN, é fácil perder de vista os benefícios imediatos desse processo, que podem ser obtidos também na predominante arquitetura de armazenamento de dispositivos conectados diretamente – DAS (Direct Attached Storage).

 

Seja em mainframe, seja em ambientes de sistema aberto, as tecnologias de Virtualização são utilizadas para simplificar e centralizar o gerenciamento e para fornecer a flexibilidade no atendimento à demanda dos atuais requisitos de dados.

 

A Virtualização elimina as restrições físicas, ao criar uma camada de abstração acima do armazenamento físico em si, que é acessível como um agrupamento lógico de storage e que pode ser alocado quando e onde for necessário. Essa camada oferece a capacidade de combinar dispositivos físicos heterogêneos em entidades virtuais projetadas para atender os requisitos individuais dos aplicativos.

 

Por exemplo, um agrupamento virtual de armazenamento pode ser criado utilizando-se os discos físicos mais rápidos, a fim de otimizar o desempenho para um aplicativo de missão critica, enquanto protege o usuário e o aplicativo dos detalhes da implementação de hardware. Então, na medida em que o novo hardware se torna disponível ou que as características do aplicativo se modificam, as alterações na camada física podem ser realizadas sem interromper o acesso aos dados no dispositivo lógico.

 

Necessidade recente

É uma realidade nas empresas o crescente volume de informações geradas por novas aplicações, que exigem maior capacidade para suportar diferentes naturezas – dados, voz e imagem. Esse fato, associado aos sistemas legados, passa a ser um problema na maior parte das organizações.

 

A série de mainframes da IBM teve grande sucesso justamente por oferecer um caminho contínuo de evolução, sem obrigar ninguém a abandonar legados de hardware ou de software. Porém, o alto custo de hardware dos mainframes encorajou a migração para os microcomputadores. Essa foi a chance de começar tudo do zero, eliminando o legado de programas em COBOL, PL/1 e outros específicos do mundo do mainframe.

 

Porém, poucos contavam que a microinformática acabaria formando também seu legado, muito maior e bem mais heterogêneo do que o dos mainframes. E isso reuniu equipamentos de diferentes fabricantes, com variadas aplicações, dificilmente integrados. O legado é ruim, pois atrasa a evolução tecnológica, demandando recursos que poderiam ser aplicados em uma arquitetura mais moderna. Além disso, tende a manter o uso de tecnologias obsoletas, inclusive hardware.

 

Para minimizar o problema, surgiu a ferramenta de Virtualização, que auxilia no tratamento dos legados. Geralmente, a Virtualização é assistida por hardware. Embora esse recurso exista desde os mainframes, não é útil apenas para legados, mas auxilia bastante no teste de novas tecnologias. O simples fato de o Microsoft Windows rodar programas MS-DOS não deixa de ser uma espécie de Virtualização, pois cada sessão DOS é um processador de 16 bits virtual.

 

Orçamento apertado

Com os orçamentos reduzidos, levando as empresas a analisar cuidadosamente seus padrões de gastos, é especialmente importante usar todos os recursos tecnológicos em sua total capacidade. Segundo o Gartner Group, cada dólar investido em storage exige US$ 5 de recursos de TI para administrá-lo. Na medida em que os ambientes continuam a evoluir e tornam-se cada vez mais complexos, aumenta a necessidade de minimizar os crescentes custos de administrar quantidades de dados cada vez maiores.

 

As tecnologias implementadas no ambiente de TI devem garantir uma estratégia de gerenciamento simplificada e centralizada, com o objetivo de aumentar a eficiência dos profissionais e reduzir custos. Geralmente, os usuários finais não estão interessados nos aspectos físicos dos recursos de armazenamento de seus aplicativos e sim em tempo de resposta, resultados, capacidade suficiente para armazenamento de dados na medida em que a quantidade aumenta e ocorre redução ou eliminação do tempo de desativação. Em resumo, os usuários se preocupam com a disponibilidade e o acesso aos seus dados, e não com os aspectos físicos do armazenamento. A Virtualização proporciona vários meios de acessar, gerenciar e utilizar os recursos de storage existentes.

 

Por exemplo, um agrupamento virtual de armazenamento pode ser criado utilizando-se os discos físicos mais rápidos, a fim de otimizar o desempenho para um aplicativo de missão critica, enquanto protege o usuário e o aplicativo dos detalhes da implementação de hardware. Então, na medida em que o novo hardware se torna disponível ou que as características do aplicativo se modificam, as alterações na camada física podem ser realizadas sem interromper o acesso aos dados no dispositivo lógico. Existem muitas tecnologias de Virtualização de armazenamento que têm evoluído, incluindo soluções de banda interna e externa (in-band e out-band), com base em armazenamento e em hospedagem.

 

As soluções baseadas em hospedagem permitem que os discos sejam representados como um agrupamento virtual para um único servidor host. Isso possibilita que o pessoal de TI tenha mais flexibilidade em habilitá-los para torná-los completamente independentes dos fabricantes de soluções de armazenamento. Embora os dados estejam concentrados para acesso apenas por meio de um único servidor, esse pode tornar-se altamente disponível, garantindo que os dados sejam utilizados. A desvantagem em potencial dessa solução surge quando vários servidores exigem o acesso compartilhado aos mesmos dados. Nesse caso, a duplicação dos dados ou outros métodos de Virtualização de armazenamento podem ser considerados.

 

Emulação e Virtualização

Emulação é a recriação de um ambiente de trabalho sem qualquer relação necessária com o ambiente-anfitrião e sem auxílio de hardware, enquanto a Virtualização permite criar diversas máquinas virtuais. Uma utilidade menos óbvia da Virtualização e da emulação é o desenvolvimento de software. Os jogos de 8 bits eram desenvolvidos em computadores robustos, pois isso tornava fácil acompanhar o funcionamento, instrução por instrução. Desenvolver diretamente na plataforma desejada era quase impossível.

 

Mas isso é passado. Há muito tempo, os microcomputadores representam uma plataforma auto-suficiente e de baixo custo para desenvolvimento. E agora chegamos ao ponto em que um micro pode simular a si mesmo com velocidade suficiente para uso normal. Hoje, as ferramentas de desenvolvimento podem subir mais um degrau de qualidade e complexidade.

 

Uma empresa do Vale do Silício alega ter alcançado um dos objetivos mais perseguidos da indústria da tecnologia: um emulador quase universal que permite rodar softwares desenvolvidos para uma determinada plataforma, em qualquer outra, praticamente sem quedas no desempenho. Isso inclui Macs, PCs e diversos tipos de mainframes e servidores.

 

Segundo executivos da empresa, um emulador universal de computadores está para a informática como a transformação de metais em ouro estava para a alquimia. Muitos tentaram, todos falharam. Eles explicam que, embora vários esquemas limitados de emulação tenham sido bem-sucedidos – a transição da Apple para a plataforma PowerPC, ou a “transmutação de código” da arquitetura x86 feita pela Transmeta –, ninguém jamais havia desenvolvido um emulador para processadores e sistemas operacionais múltiplos.

 

O software foi desenvolvido inicialmente na Universidade Manchester (Reino Unido) pelo professor de ciência da computação Alasdair Rawsthorne. Uma das mais importantes inovações é a “representação intermediária”, uma espécie de linguagem comum que dá ao software a flexibilidade para fazer a tradução de uma plataforma para outra.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Campus Party 2012: inscrições já estão abertas

Interessados têm até o dia 2 de outubro para comprar o ingresso promocional, por R$ 150,00. Após a data, o valor sobe para R$ 300,00

A Campus Party anuncia a abertura das inscrições para que o público em geral participe do evento, programado para os dias 6 e 12 de fevereiro de 2012, em São Paulo. Até o dia 2 de outubro, os ingressos serão vendidos a R$ 150,00, enquanto que, a partir dessa data, o valor dobrará (para R$ 300,00). Além disso, os organizadores divulgaram que, durante o período promocional, o valor para quem pretende acampar é de R$ 30,00, para todos os dias do evento. O custo não inclui a parte de alimentação.


Trata-se da quinta edição da Campus Party, a qual pretende reunir cerca de 7 mil pessoas, no Centro de Exposições do Anhembi. Uma das atrações programadas é o campeonato do jogo StarCraft II.


Entre os palestrantes já confirmados da Campus Party 2012 estão Rafinha Bastos, Maurício Sid (Não Salvo), Rosana Herrmann e Rodrigo Fernandes (Jacaré Banguela), que falarão sobre suas trajetórias na internet. Além disso, o evento contará com Sebastián Alegría Klocker, o jovem chileno que criou um sistema de alerta contra terremotos via Twitter, Andreu Vea, presidente da Internet Society, Julien Fourgeaud, desenvolvedor de negócios e de produtos da Rovio - responsável pelo Angry Birds - e Alex Bellos, um inglês que falará sobre Pelé, jeitinho brasileiro, fórmulas e teoremas.


Acesse o site e confira todos os detalhes do evento.

Fatores influenciadores da adoção de novas tecnologias e sistemas em TI

Por Markus Christen IT Architect - Microsoft Brasil

A adoção da Tecnologia e Sistemas da Informação é estudada há vários anos e mesmo assim existe uma percepção distorcida e questionável sobre o valor da área de TI. Considerando os aspectos doo valor de TI nos Arquitetos Corporativos (EA) precisamos conhecer modelos que ajudam analisar o papel da área de TI dentro da organização. Só assim, na minha percepção, podemos entregar serviços que atendam a capacidade de absorver mudanças.

Como mencionei no último post sobre os modelos de maturidade, existem na vida real e na área de TI, vários níveis de maturidade dentro de um só mercado. Uma das primeiras tarefas durante um projeto de Arquitetura Corporativa é analisar os fatores que poderiam influenciar a adoção de novas tecnologias. Quais são as preocupações e atividades da área de TI? Quais são as forças que direcionam e definem as prioridades? Qual é a visão da organização sobre a área de TI?

Durantes os primeiros anos do estudo da evolução da área da computação, todo foco era em gerenciar as atividades de operação, programação, coleta de dados e etc. Com a aceitação geral da área da computação pelos usuários, as necessidades de aplicações com novas funções verticais foram criadas e implementadas sem que houvesse uma estratégia, governança e controle centralizado.

Padecendo do impacto causado pelo ambiente caótico gerado pelas implementações sem governança, áreas especializadas foram criadas em grande parte das empresas com o intuito de planejar recursos e tecnologia, com a visão de longo prazo. . Dessa forma, podemos verificar que duas grandes áreas definiram a Tecnologia da Informação nas empresas até hoje:

  • Technology Driven – Área de TI definiu a estratégia de TI (Transacional)
  • User Driven – Áreas funcionais definiram a estratégia de TI (Funcional)

Com o envolvimento dos usuários no processo de decisões de TI (departamentos funcionais), as métricas de sucesso foram definidas com base no prazo de entrega de novos sistemas, e a percepção da simplicidade de uso para os usuários. Claro que nem todas as áreas absorveram as possibilidades da computação na mesma velocidade.

Analisando esta evolução, ou talvez, movimentação, nós podemos perceber que até este momento toda visão era determinada por esses dois grandes influenciadores, sem considerar a geração de valor para o negocio, no âmbito da organização. Muita redundância e ilhas isoladas foram criadas sem integração e sinergia. Simplesmente todo mundo era dono da própria ilha.

Um modelo que garanta retorno mensurável e uma estratégia “top down” para os projetos de TI é uma necessidade que foi se tornando cada vez mais essencial. . Assim começou ser aplicado o modelo conhecido por “Information System Management”, que até hoje é considerado um pilar elementar. A criação de uma visão unificada do papel de TI dentro da organização, com atividades e recursos e considerando aspectos externos e internos, é o objetivo principal da visão do Information System Management dentro da organização.

Qual nível de maturidade tem a área de TI dentro da sua organização? Quais são os aspectos que influenciam a definição da estratégia de TI? Analisando este modelo, sua empresa esta pronta para absorver uma mudança com a visão de Information System Management ?

Pesquisas feitas por Albert Otto Hirschman mostra um modelo de três estágios para avaliar a situação organizacional.

Vamos analisar este modelo:

1) Delivery (Climb - Internal)

Sistemas de Informação tratem na maior, assuntos internos (TI), aumentar a eficiência na habilidade de entregar e suportar sistemas e tecnologia. O objetivo fundamental é estabelecer uma alta credibilidade em respeito da percepção da gerencia, como uma função de valor. A consequência desta visão é que a melhoraria na eficiência da entrega, não providencia, na maioria dos casos, os serviços que os usuários realmente precisam.

2) Reorientation (Climb - Internal)

Estabelecer um relacionamento constante com as áreas de negócios, suportar as demandas da área de negocio com provisionamento de novas capacidades de TI. O objetivo fundamental é de providenciar serviços de valor para toda gerência organizacionais. As diferentes áreas se beneficiam de outras maneiras, sem considerar a importância da organização.

3) Reorganization (Top-Down)

O nível elevado de consciência criado nas áreas de negócio e na alta gerência, cria a possibilidade e necessidade de iniciar uma reorganização de responsabilidades. Faz-se necessária a criação de uma nova estrutura e visão que atenda a integração entre investimentos em sistemas de informação, estratégia e funções da área de negócio. O objetivo fundamental é estabelecer e definir uma estratégia que esteja de acordo com as diferentes requisições das áreas de negócio, através de coalizão de responsabilidades de gerenciar sistemas de informação.

sábado, 10 de setembro de 2011

Samsung deve mostrar tablet com Windows 8 no dia 13/09/2011


Segundo jornal coreano, empresa vai exibir aparelho em conferência da Microsoft nos EUA; modelo com Android é alvo de vários processos na Justiça.
Por Matt Hamblen

A Samsung deverá mostrar um novo tablet equipado com Windows 8 na próxima semana, durante a conferência Build, da Microsoft, na Califórnia (EUA).

A Samsung não quis comentar o lançamento, noticiado inicialmente pelo jornal Korea Economic Daily, que citou fontes anônimas. Informes semelhantes foram publicados pela agência de notícias AFP e pelo Wall Street Journal. A conferência Build começa na terça-feira (13/9).

Não foi possível contatar um porta-voz da Microsoft para comentar o anúncio.

Ter o Windows 8 em um tablet seria conveniente para a Samsung, que tem enfrentado impedimentos legais para a venda de equipamentos Galaxy Tab. Seria o primeiro tablet da Samsung a rodar Windows.

Nesta sexta-feira (9/9), uma corte da Alemanha determinou que a Samsung não poderá vender seu Galaxy Tab 10.1 na Alemanha porque seu design é muito parecido com o do iPad 2, da Apple.

A Apple tem aberto vários processos em diversos países contra a Samsung e outros fabricantes de smartphones e tablets Android. A Samsung também processa a Apple por questões de propriedade intelectual ligadas a tecnologias sem fio usadas em tablets e smartphones.

Especialistas contaram pelo menos 19 processos em nove países em que Apple e Samsung se enfrentam, incluindo um aberto pela Apple em abril, na Califórnia, e que terá uma audiência em outubro.

Em relação à decisão de hoje, a Samsung disse que entrará com recurso. Contudo, a utilização de outro sistema operacional, como o Windows 8, poderá dar à Samsung uma alternativa mais rápida para vender seus tablets.

Apps da Microsoft rodarão no Symbian!

Por Monica Campi, de INFO Online.
A Nokia anunciou que aplicativos da Microsoft voltados à produtividade serão disponibilizados para celulares com sistema Symbian.
Os aparelhos Nokia com sistema Symbian Belle (os que utilizam a versão Anna recebem os apps ao atualizar o aparelho para o Belle) poderão utilizar aplicativos da Microsoft desenvolvidos para smartphones, como PowerPoint e Lync, já neste ano. E para 2012 estão programadas mais atualizações.
“A Nokia e a Microsoft anunciam que irão entregar atualizações de software para o Symbian, chamadas de Microsoft Apps. Estes updates irão trazer muitas ferramentas de produtividade para todos aqueles com dispositivos Symbian Belle e mesmo aqueles que visam fazer o update do Symbian Anna para o Belle”, afirmou a empresa em comunicado.
Segundo a Nokia, a intenção também é mostrar que a empresa não está abandonando seu sistema operacional e que manterá o suporte ao Symbian até pelo menos 2016.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Apple vence novamente nos tribunais e mantém Samsung Galaxy Tab 10.1 banido

Por Eduardo Moreira

A Samsung sofreu mais um duro e importante golpe na sua batalha de patentes contra a Apple. Nesta sexta-feira (09), o Tribunal Regional de Dusseldorf (Alemanha) confirmou e manteve a liminar que proíbe as vendas do Samsung Galaxy Tab 10.1 naquele país.


A decisão é informada pelo site FOSS Patents, e confirmada por grandes veículos de notícias internacionais. A liminar foi concedida no mês passado pelo próprio tribunal alemão, que considerou os tablets da Samsung muito semelhantes no seu design ao iPad 2, da Apple.

Inicialmente a decisão proibia a venda do tablet em quase toda a Europa, porém, um tribunal da Holanda considerou a decisão ilegal, com o argumento que "uma decisão judicial na Alemanha não pode afetar os demais países da comunidade europeia".

Florian Mueller, do FOSS Patents, observa que, com a decisão do tribunal, a Samsung não poderá mais lutar pela sua causa no Tribunal Regional de Dusseldorf, mas pode apelar o caso em um processo acelerado no Superior Tribunal Regional. Com isso, a liminar poderia ser cancelada em alguns meses.

Além disso, a ação principal da Apple contra a Samsung continua no Tribunal Regional. Nesse caso, o processo será mais demorado, podendo levar até um ano para a causa ser julgada, e com a possibilidade da Samsung poder recorrer da decisão final do Tribunal Regional.

Se a Apple vencer o processo principal contra a Samsung, a liminar se tornará permanente. Se o tribunal der ganho de causa para a Samsung, a Apple se responsabilizará pelas perdas e danos da empresa coreana.

Por enquanto a Samsung não pode vender o Galaxy Tab 10.1 na Alemanha, e sua filial alemã não pode vender o tablet para outros países da União Europeia. Segundo Mueller, na prática, isso não quer dizer absolutamente nada, pois a Europa recebe os tablets de outros locais do planeta. A Samsung também foi obrigada a remover o Galaxy Tab 7.7 da IFA 2011, também por força de uma liminar.

Um detalhe que chama a atenção é falta de consistência do texto da sentença do juiz do tribunal de Dusseldorf. Hipoteticamente, se a Samsung lançar qualquer outro Galaxy Tab no país, as liminares cedidas podem proibir o produto de ser comercializado na Alemanha.

Xperia Play ganha versão com 4G nos Estados Unidos

Por Eduardo Moreira.

A Sony Ericsson anunciou a atualização do seu smartphone dedicado aos games, o Xperia Play, que segue a mudança natural das redes de telefonia dos Estados Unidos, contando agora com a conectividade 4G.

Sony Ericsson Xperia Play 4G (Foto: Divulgação)


A versão norte-americana do Xperia Play agora passa a ser compatível com a rede HSPA+, o que causa uma certa frustração entre os adeptos das redes LTE. Essa mudança marca a chegada do smartphone com certificação PlayStation na AT&T, que oferece o aparelho por apenas US$ 49,99 com um contrato de permanência de 2 anos. O valor é um pouco mais barato do que a versão lançada pela operadora Verizon no país.

Sobre suas especificações, o Xperia Play 4G usa o sistema operacional Android 2.3.3, processador de 1 GHz, placa gráfica Adreno 205, tela de 4 polegadas, com resolução de 854 x 480, e vem com um acabamento exclusivo em tom azul. Os clientes da AT&T também recebem, na compra do smartphone, de forma gratuita, um dock multimídia DK300 e um cabo MC100, além de jogos pré-carregados.

No Brasil, o Xperia Play 3G foi lançado no final de agosto, com preços variando entre R$ 1.800,00 e R$ 2.000,00 (sem planos de assinatura com as operadoras), e com jogos no valor médio de R$ 4,50. Esse valor foi considerado pelos executivos da Sony Ericsson "uma vitória" mediante todos os entraves da política brasileira na distribuição de jogos. Aqui, o Xperia Play pode ser encontrado nas principais operadoras, com planos de consumo de dados que podem até reduzir o preço final do produto.

Nos Estados Unidos, o Xperia Play 4G começa a ser distribuído na AT&T a partir do dia 18 de setembro. Não há previsão de lançamento dessa versão no Brasil, por enquanto, até porque ainda nem temos 4G.

Apple quer proibir GalaxyTab no Japão

Por Reuters
 
Tóquio  - A Apple quer proibir as vendas de alguns dos aparelhos da Samsung Electronics no Japão, acusando a rival de violar patentes relativas ao iPhone e iPad, na mais recente batalha da guerra de patentes entre as duas companhias.
A Apple abriu um processo no tribunal distrital de Tóquio solicitando a suspensão das vendas dos celulares inteligentes Galaxy S e SII, e do tablet Galaxy Tab 7 no Japão, de acordo com fontes com conhecimento da situação. A primeira audiência ocorreu na quarta-feira, de acordo com uma dessas fontes.

A Samsung está envolvida desde abril em uma disputa com a Apple quanto a patentes de tablets e smartphones. Os aparelhos da linha Galaxy são vistos como os principais rivais dos dispositivos móveis da Apple, que conquistaram imenso sucesso.
Em uma batalha mundial de propriedade intelectual, a Apple anunciou que a linha Galaxy de celulares inteligentes e tablets copiava "descaradamente" o iPhone e o iPad, e abriu processos contra o grupo sul-coreano nos Estados Unidos, Austrália, Coreia do Sul e Europa.
A Samsung, cujos tablets usam o sistema operacional Android, do Google, também abriu processos contra a Apple.


A Samsung abriu processo contra a Apple no Japão em abril, e a Apple reagiu com processo contra a rival em 23 de agosto, segundo a Samsung. A Apple solicitou indenização de 100 milhões de ienes (1,3 milhão de dólares), além da proibição de vendas, de acordo com a agência de notícias Kyodo, a primeira a divulgar o caso.
O Samsung Galaxy S vendeu mais que o Apple iPhone no Japão entre janeiro e março, de acordo com o grupo de pesquisa de mercado Strategy Analytics.
Um porta-voz do tribunal distrital de Tóquio disse que não está autorizado a comentar sobre processos em andamento.

No mês passado, a Samsung anunciou que adiaria o lançamento de novos modelos Galaxy na Austrália para depois de uma decisão judicial aguardada para o final de setembro. Na semana passada, um tribunal alemão proibiu a venda do Galaxy Tab 7.7.

Na quinta-feira, a NTT Docomo, maior operadora japonesa de telefonia móvel, lançou o Samsung Galaxy Tab 10.1 em sua rede LTE de alta velocidade.

"A Samsung nos informou e tudo está bem", disse Ryuji Yamada, presidente da NTT Docomo, a jornalistas, durante o lançamento, quando perguntado sobre a disputa. "Não acreditamos que isso prejudique nossas vendas, a essa altura".